
Contribuição Técnica
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🕘 Histórico de Cálculos
Últimos resultados calculados neste aparelho (armazenados localmente, não são enviados a nenhum servidor).
🖨️ Relatório Consolidado
Reúne os últimos resultados salvos de cada calculadora em uma única página, pronta para imprimir ou salvar como PDF (use a opção "Salvar como PDF" da caixa de impressão do navegador).
Comprimento da correia enrolada em bobina a partir dos diâmetros externo, interno e da espessura — sem contar voltas.
Número de voltas de correia na bobina quando não é conhecido, a partir dos diâmetros e da espessura.
💡 Dica
Use este resultado como entrada no campo Nº de Voltas da calculadora de Metragem para obter o comprimento total da correia na bobina.
Calcula o consumo de cimento de contato para colar o revestimento no tambor, usando o Diâmetro e a Largura do Tambor já informados acima — não precisa digitar de novo.
Alongamento Médio — Referência Técnica
| Tipo de Correia | Esticador | Contrapeso |
|---|---|---|
| Lona PN | 3% | 1,5% |
| Lona NN | 4% | 2,5% |
| Cabo de Aço | 0,5% | 0,5% |
| Aramida | 0,5% | 0,5% |
⚠ Defeitos em Correias Transportadoras
Selecione o defeito para ver causas prováveis, ações corretivas e ilustração técnica.
⇆ Rastreamento
⧈ Carcaça
◈ Coberturas
⤢ Tensão e Geometria
⋈ Emendas
⊙ Desgaste Mecânico
Desvio Lateral Parcial
A correia se desloca para um lado em ponto específico
Causas Prováveis
- Descentralização da carga no ponto de alimentação
- Roletes desalinhados ou fora de esquadro em um ponto específico
- Acúmulo de material em um dos lados da correia ou estrutura
- Rolos obstruídos, travados ou com desgaste irregular em um trecho
- Emenda fora de esquadro (curvatura localizada da correia)
Ações Corretivas
- Centralizar o chute de alimentação para distribuir a carga uniformemente
- Realinhar os roletes desse trecho perpendicular ao movimento (desvio ≤ 2%)
- Instalar roletes autoalinhantes imediatamente após o ponto de desvio
- Inspecionar e substituir rolos travados ou desgastados
- Refazer a emenda garantindo esquadro correto
Desvio Lateral em Todo o Transportador
Toda a correia se desloca para um lado ao longo de toda a extensão
Causas Prováveis
- Descentralização da carga em toda a alimentação
- Estrutura do transportador fora de nível ou torta
- Correia com curvatura permanente (memória)
- Tensão de esticamento desequilibrada nos dois lados
- Tambores não perpendiculares ao eixo longitudinal
Ações Corretivas
- Centralizar e equilibrar a alimentação em toda a extensão
- Nivelar e alinhar a estrutura do transportador
- Aplicar roletes autoalinhantes em intervalos regulares no retorno
- Verificar e ajustar o esticador automático ou contrapeso
- Conferir alinhamento dos tambores de acionamento e retorno
Desvio em Seção Específica
Uma determinada seção da correia desvia em toda a extensão do transportador
Causas Prováveis
- Emenda fora de esquadro causando curvatura no segmento
- Curvatura permanente (memória lateral) em trecho da correia
- Dano localizado na carcaça alterando a rigidez transversal
- Defeito de fabricação em trecho específico da correia
Ações Corretivas
- Refazer a emenda, corrigindo o esquadro (ângulo ≤ 0,5° tolerado)
- Aplicar tensionamento e centralização de carga para corrigir curvatura leve
- Se a curvatura for severa, substituir o trecho ou a correia inteira
- Utilizar roletes autoalinhantes no retorno para compensar
Correia Dança no Transportador
A correia oscila lateralmente de forma contínua sobre os roletes
Causas Prováveis
- Carcaça superdimensionada — pouca flexibilidade transversal
- Ângulo de inclinação dos rolos laterais excessivamente acentuado
- Espaçamento entre roletes inadequado para a rigidez da correia
- Roletes de carga com formato inadequado para o perfil da correia
- Tensão insuficiente causando frouxidão lateral
Ações Corretivas
- Colocar roletes autoalinhantes ao longo do transportador
- Diminuir a inclinação lateral dos rolos dos roletes de carga
- Reduzir o espaçamento entre roletes para suportar melhor a correia
- Substituir a correia por outra com carcaça corretamente dimensionada
- Aumentar a tensão de pré-esticamento conforme projeto
Separação das Lonas
As camadas internas (lonas/plies) se separam entre si
Causas Prováveis
- Carcaça com quantidade de lonas abaixo do recomendado para a tensão aplicada
- Diâmetros dos tambores pequenos demais, causando flexão excessiva
- Presença de calor, óleo ou produtos químicos que degradam a borracha entre lonas
- Penetração de umidade ou água sob pressão entre as lonas
- Impacto severo que delaminam as lonas em pontos de carga
Ações Corretivas
- Trocar a correia por outra corretamente dimensionada para a tensão de serviço
- Aumentar o diâmetro dos tambores conforme recomendação do fabricante
- Usar correia com cobertura específica para resistir ao agente agressor
- Instalar vedações no chute para evitar penetração de água
- Adicionar roletes amortecedores nos pontos de queda de material
Fadiga da Carcaça entre Rolos
Trincas na carcaça na folga entre rolos dos roletes de carga
Causas Prováveis
- Irregularidade na transição entre rolete acamado e tambores
- Raio de curvatura pequeno nas curvas côncavas e convexas
- Ângulo de inclinação dos rolos laterais muito acentuado
- Espaçamento excessivo na folga entre rolos nos roletes de carga
- Carcaça com número de lonas abaixo do necessário
Ações Corretivas
- Aumentar a distância entre o último rolete e o tambor; reduzir ângulo dos rolos laterais
- Aumentar o raio de curvatura nas curvas; usar roletes com rolos menos inclinados
- Reduzir a inclinação dos rolos laterais para o valor de projeto
- Substituir roletes de folga excessiva por modelos convencionais
- Trocar a correia por outra com carcaça corretamente dimensionada
Rasgamento Longitudinal
Rasgo na direção do movimento ao longo da correia
Causas Prováveis
- Objetos pontiagudos ou com cantos vivos caindo sobre a correia na alimentação
- Material preso entre a correia e a estrutura, tambor ou rolete
- Guias laterais muito apertadas ou com ângulos internos cortantes
- Parafusos, rebites ou peças metálicas soltas no sistema
- Rasgo iniciado por perfuração que se propaga longitudinalmente
Ações Corretivas
- Instalar detectores de rasgamento longitudinal (rip detectors) e sistemas de parada
- Redesenhar o chute de alimentação para evitar queda de objetos pontiagudos
- Remover arestas vivas de estruturas, guias e tambores
- Inspecionar e fixar todas as peças soltas periodicamente
- Usar correia com carcaça de cabos de aço ou com telas de proteção para materiais cortantes
Perfuração por Impacto
Furos ou danos por queda de objetos ou material pesado sobre a correia
Causas Prováveis
- Queda de material muito pesado ou com cantos vivos de altura elevada
- Espessura da cobertura superior insuficiente para a abrasividade do material
- Ausência de roletes amortecedores (de impacto) no ponto de carga
- Impacto lateral de material na borda da correia
- Fragmentos de metal (ferragens, parafusos) misturados ao material transportado
Ações Corretivas
- Instalar roletes amortecedores (impact idlers) e caixas de amortecimento (rock boxes)
- Reduzir a altura de queda do material instalando calhas de direcionamento
- Aumentar a espessura da cobertura superior de acordo com a classificação do material
- Instalar detectores magnéticos para remover ferragens do fluxo de material
- Usar correia com cobertura de alta resistência ao impacto (borracha dura)
Dificuldade de Acamamento nos Roletes
Carcaça superdimensionada com espessura acima do especificado pelo fabricante
Causas Prováveis
- Carcaça superdimensionada com espessura acima do especificado pelo fabricante
- Espessura da carcaça acima da tolerância da norma DIN 22101 (sem limite superior especificado)
- Correia muito espessa e estreita para os roletes inclinados do transportador
- Ataque térmico durante a fabricação, endurecendo a borracha da carcaça
Ações Corretivas
- Medir a espessura real da carcaça e comparar com o catálogo do fabricante
- Verificar se a espessura total da correia está dentro de ±10% do nominal (DIN 22101)
- Verificar a largura mínima para acamamento conforme ângulo dos roletes (tabela por tipo de correia)
- Avaliar redução do número de lonas ou alteração para lona mais flexível após análise de tensões
- Instalar rolos-guia temporários enquanto a correia perde rigidez em operação
- Notificar o fabricante e solicitar análise da amostra em laboratório
Rasgamento Transversal por Carcaça Subdimensionada
Tensão de operação e partida acima dos limites da norma DIN 22101 para a especificação da correia
Causas Prováveis
- Tensão de operação e partida acima dos limites da norma DIN 22101 para a especificação da correia
- Carcaça com número de lonas insuficiente para as tensões atuantes
- Perda de resistência da emenda não considerada no cálculo de dimensionamento
Ações Corretivas
- Calcular o número de lonas necessário: NL = Tm / (L × Rt)
- Verificar o %Tad de operação: deve ser ≤ [100 - (1/NL × 100)]%
- Substituir a correia por especificação com maior número de lonas ou lona de maior Rt
- Verificar demais parâmetros: diâmetro dos tambores, distância de transição e curso do esticamento
- Consultar o fabricante antes de alterar a especificação
Borracha da Cobertura Inchada
Inchamento, perda de dureza e aparecimento de bolhas na cobertura
Causas Prováveis
- Presença de óleo mineral ou vegetal no material transportado
- Ambiente próximo à correia com ar impregnado de óleo, solventes ou hidrocarbonetos
- Contato com produtos químicos incompatíveis com o composto da borracha
- Temperatura elevada acelerando a absorção de óleos
Ações Corretivas
- Substituir por correia com cobertura resistente a óleos (compound Oil Resistant — OR)
- Eliminar ou controlar a contaminação por óleos no ambiente e no material
- Instalar vedações no chute de alimentação para conter respingos
- Verificar periodicamente a presença de óleos no sistema de lubrificação próximo
Ranhura ou Separação da Cobertura
Sulcos, ranhuras ou separação da cobertura superior/inferior, paralelos à borda
Causas Prováveis
- Guia lateral muito rígida pressionando e rasgando a cobertura
- Peças metálicas do chute fechando a carga contra o movimento da guia
- Impactos do material no chute de alimentação em ângulo lateral
- Material preso sob as ferragens do chute de alimentação
- Material preso entre tambor e correia
Ações Corretivas
- Usar guia lateral de borracha macia e reduzir sua pressão sobre a correia
- Abrir o chute e suportes da guia no sentido do movimento para evitar retenção
- Instalar roletes amortecedores e diminuir a altura de queda
- Controlar o fluxo de carga e instalar guias laterais corretamente anguladas
- Instalar limpadores de correia e controlar a carga para não cair no retorno
Cobertura Endurecida ou Ressecada
Cobertura excessivamente rígida, rachada ou ressecada com aparecimento de fissuras
Causas Prováveis
- Exposição a calor excessivo do material transportado (acima de 60°C)
- Ambiente com temperatura elevada ou incidência de raios UV diretos
- Contato com produtos químicos oxidantes ou ácidos na cobertura
- Estocagem incorreta da correia (exposição ao sol, ozônio ou umidade extrema)
- Uso prolongado além da vida útil projetada
Ações Corretivas
- Usar correia com cobertura resistente a calor (Grade T — Heat Resistant)
- Proteger a correia de exposição solar com coberturas ou abrigos
- Selecionar compound de borracha compatível com o agente químico presente
- Seguir procedimento correto de armazenamento (ambiente seco, escuro e fresco)
- Monitorar a temperatura do material e resfriá-lo antes da alimentação quando possível
Desgaste por Abrasão Excessiva
Desgaste acelerado da cobertura superior pelo material altamente abrasivo
Causas Prováveis
- Material com índice de abrasividade alto (granito, quartzo, minério de ferro)
- Espessura da cobertura superior insuficiente para o volume transportado
- Composto de borracha com resistência à abrasão inadequada para o material
- Velocidade relativa elevada entre o material na alimentação e a correia
- Material com granulometria grossa e cantos vivos
Ações Corretivas
- Selecionar correia com compound de alta resistência à abrasão (ABNT ISO 10247 — Grade D)
- Aumentar a espessura da cobertura superior conforme cálculo de vida útil prevista
- Reduzir a velocidade relativa do material no chute (alimentar no sentido do movimento)
- Adicionar borracha de proteção ou placas cerâmicas nos pontos de maior impacto
- Monitorar a espessura da cobertura periodicamente com medidor ultrassônico
Desgaste Central da Correia
Sulco ou desgaste concentrado na região central da cobertura superior
Causas Prováveis
- Carga concentrada no centro pela descarga do chute de alimentação
- Material abrasivo com queda em ponto único central
- Velocidade relativa alta entre material e correia no ponto de alimentação
- Correia subdimensionada para a largura necessária
Ações Corretivas
- Redesenhar o chute para distribuir a carga em toda a largura da correia
- Instalar alimentador de correia ou placa de desvio no chute
- Reduzir a velocidade relativa do material alimentando-o no mesmo sentido da correia
- Usar correia de maior largura para diluir a abrasão
- Monitorar e registrar o perfil de desgaste com medições periódicas
Danos por Produtos Químicos
Degradação da cobertura por contato com óleos, ácidos, solventes ou bases
Causas Prováveis
- Contato direto com ácidos (sulfúrico, clorídrico) no material transportado
- Presença de solventes orgânicos no ambiente ou no produto
- Óleo lubrificante ou hidráulico derramado sobre a correia
- Material com pH muito baixo (ácido) ou muito alto (alcalino)
- Temperatura elevada potencializando a ação dos agentes químicos
Ações Corretivas
- Substituir por correia com compound Oil & Chemical Resistant (OCR) ou Acid Resistant
- Controlar e conter derramamentos de produtos químicos na área do transportador
- Instalar bandejas coletoras sob a correia nos trechos críticos
- Monitorar o pH do material transportado regularmente
- Consultar o fabricante da correia com análise do agente químico para seleção correta
Danos por Calor Excessivo
Amolecimento, bolhas ou carbonização da cobertura por alta temperatura
Causas Prováveis
- Material transportado com temperatura acima do limite do compound (>60°C padrão)
- Deslizamento da correia no tambor de acionamento gerando calor por fricção
- Tambores de freio ou correias de contato com atrito excessivo
- Ambiente de trabalho com temperatura ambiente muito elevada (fornos, fundições)
- Falta de ventilação adequada no percurso do transportador
Ações Corretivas
- Usar correia com cobertura resistente ao calor (Grade T — até 150°C ou Grade TH — até 200°C)
- Resfriamento do material antes da alimentação (spray de água, câmaras de resfriamento)
- Eliminar o deslizamento da correia aumentando a tensão e revestindo o tambor
- Verificar e corrigir o sistema de freio para evitar atrito excessivo
- Instalar ventilação forçada ou cobertura protetora térmica ao longo do transportador
Excessivo Alongamento da Correia
A correia alonga além dos limites previstos, causando flecha excessiva
Causas Prováveis
- Tensão de operação acima do limite para o tipo de carcaça (EP, PN, Cabo de Aço)
- Posição inicial do contrapeso inadequada, insuficiente para o alongamento natural
- Contrapeso excessivamente pesado gerando sobretensão crônica
- Atrito excessivo nas partes móveis aumentando a resistência ao movimento
- Correia subdimensionada para a carga e distância de transporte
Ações Corretivas
- Aumentar a velocidade mantendo a mesma tonelagem (reduz tensão efetiva)
- Reduzir a tonelagem transportada mantendo a velocidade
- Reduzir atrito melhorando manutenção dos roletes e limpando acúmulos
- Ajustar o contrapeso para o valor correto; instalar esticador automático
- Substituir a correia por uma com carcaça de maior resistência à tração
Curvatura Permanente (Memória)
A correia apresenta curvatura lateral permanente que afeta o rastreamento
Causas Prováveis
- Armazenamento incorreto em bobina por tempo prolongado sob pressão lateral
- Operação em temperaturas muito baixas sem aquecimento prévio
- Carregamento unilateral crônico que deforma a carcaça permanentemente
- Fabricação com defeito de uniformidade no compound ou na carcaça
- Tensionamento unilateral durante a instalação
Ações Corretivas
- Armazenar a correia em bobina com núcleo de diâmetro adequado, horizontalmente
- Aquecer a correia gradualmente antes de iniciar a operação em ambientes frios
- Centralizar rigorosamente a carga durante a operação
- Aplicar roletes autoalinhantes no retorno para corrigir o rastreamento
- Em casos severos, substituir a correia por uma nova com armazenamento correto
Dobramento das Bordas
As bordas da correia se curvam para cima ou para baixo de forma permanente
Causas Prováveis
- Correia mais larga que o sistema, com bordas sem suporte dos roletes
- Roletes de carga com ângulo de inclinação ou espaçamento incorreto
- Perfil de correia inadequado para a inclinação dos rolos laterais
- Correia sobrecarregada transversalmente nas bordas
- Material acumulando sob as bordas da correia nas saias do chute
Ações Corretivas
- Substituir por correia com largura correta para o sistema
- Ajustar o ângulo e o espaçamento dos rolos laterais dos roletes de carga
- Remover obstruções e acúmulos de material nas bordas e chutes
- Verificar e ajustar o perfil de carregamento para que a carga fique centrada
- Usar correia com maior flexibilidade transversal se o perfil exigir
Separação da Emenda Vulcanizada
A emenda vulcanizada abre total ou parcialmente
Causas Prováveis
- Erro na execução da emenda (temperatura, tempo ou pressão inadequados)
- Diâmetros dos tambores menores que o recomendado pelo fabricante da correia
- Tensão de operação acima da resistência de projeto da emenda
- Material preso entre a polia e a correia gerando impacto repetido
- Distância de transição inadequada gerando concentração de tensão na emenda
Ações Corretivas
- Refazer a emenda seguindo rigorosamente o procedimento técnico do fabricante
- Usar tambores com diâmetro mínimo conforme catálogo do fabricante da correia
- Verificar e reduzir a tensão de operação (velocidade, carga, contrapeso)
- Instalar raspadores próximos ao tambor de retorno e controlar a carga
- Verificar e corrigir a distância de transição conforme norma
Cortes na Emenda Mecânica
Cortes transversais na correia junto às emendas mecânicas (grampos)
Causas Prováveis
- Grampos mal dimensionados para o diâmetro dos tambores (grampos muito grandes)
- Tipo de grampo inadequado para a espessura ou tensão da correia
- Tensão elevada concentrando esforço nos pontos de fixação dos grampos
- Grampos soltos causando concentração de carga em pontos específicos
- Raio de curvatura dos tambores pequeno demais para os grampos utilizados
Ações Corretivas
- Substituir os grampos por outros de tamanho apropriado ao tambor e à correia
- Aumentar o diâmetro dos tambores para reduzir a curvatura da emenda
- Verificar a tensão de operação e ajustar conforme projeto
- Realizar inspeção periódica dos grampos e apertar os que estiverem frouxos
- Considerar migrar para emenda vulcanizada quando as tensões forem elevadas
Fadiga na Emenda
Trincas progressivas por fadiga na zona de emenda por ciclos repetidos de flexão
Causas Prováveis
- Diâmetro dos tambores pequeno, causando flexão severa a cada passagem
- Tensão de operação elevada aumentando as tensões alternadas na emenda
- Emenda executada com escalonamento (steps) insuficiente
- Alta frequência de ciclos de carga/descarga em transportadores curtos e rápidos
- Qualidade inadequada do material de emenda (borracha de vulcanização)
Ações Corretivas
- Aumentar o diâmetro dos tambores para reduzir a curvatura na emenda
- Reduzir a tensão de operação ajustando velocidade, carga ou tensionamento
- Refazer a emenda com mais degraus (steps) conforme recomendação do fabricante
- Usar material de emenda de alta qualidade conforme especificação técnica
- Monitorar a emenda com inspeção visual e ultrassônica periódica
Bolha de Ar na Emenda
Lacunas sem preenchimento de borracha após vulcanização
Causas Prováveis
- Borracha de ligação ("macarrão") com altura inferior ao diâmetro do cabo de aço
- Lacunas sem preenchimento de borracha após vulcanização
- Vulcanização incompleta ou ineficiente — borracha de ligação ainda crua
- Insumos de vulcanização inadequados para a especificação da correia
Ações Corretivas
- Verificar se a borracha de ligação tem altura entre 1 e 2 mm acima do diâmetro do cabo de aço
- Para correia ST-1900 (cabo 5,2 mm) usar borracha de 6,2 a 7,2 mm de altura por 2 mm de largura
- Considerar uso de painéis pré-moldados (ex: Preform) que eliminam lacunas e garantem preenchimento total
- Inspecionar a temperatura, tempo e pressão durante a vulcanização
- Consultar o fabricante da correia para especificação correta dos insumos
Rompimento de Emenda por Subdimensionamento
Tensão admissível de operação superior à recomendada pela norma DIN 22101
Causas Prováveis
- Tensão admissível de operação superior à recomendada pela norma DIN 22101
- Correia subdimensionada para as tensões atuantes no transportador
- Perda de resistência da emenda não considerada no dimensionamento (fator 1/ZL)
- Emenda avariada operando sob tensões elevadas
Ações Corretivas
- Calcular o %Tad de operação: %Tad = [Tm / (NL × Rt × L)] × 100
- Comparar o %Tad encontrado com o limite DIN 22101: 100 - (1/NL × 100)
- Se o %Tad de operação superar o limite, redimensionar a carcaça com mais lonas ou lona de maior resistência
- Consultar o fabricante da correia para validação do novo dimensionamento
Reparo a Frio Executado de Forma Inadequada
Reparo a frio aplicado indevidamente como reforço estrutural da emenda
Causas Prováveis
- Reparo a frio aplicado sobre cabos de aço danificados em percentual superior a 10% da largura da correia
- Reparo utilizado indevidamente como reforço estrutural da emenda
- Dimensões do reparo insuficientes para cobrir a área comprometida
Ações Corretivas
- Lembrar que reparo a frio serve apenas para proteger a carcaça de contaminantes — não restaura resistência estrutural
- Para dano em até 10% dos cabos pela largura: reparo a frio é aceitável como medida temporária
- Para dano acima de 10% dos cabos: executar nova emenda ou inserir novo trecho de correia com duas novas emendas
- Avaliar disponibilidade de curso no contrapeso antes de decidir a intervenção
Desgaste Excessivo no Lado dos Tambores
A face inferior da correia se desgasta excessivamente no contato com os tambores
Causas Prováveis
- Deslizamento da correia no tambor de acionamento por tensão insuficiente
- Rolos travados raspando a face inferior da correia
- Acúmulo de material entre o rolo e a correia funcionando como abrasivo
- Ausência de perpendicularidade entre roletes e a estrutura
- Correia deslizando sobre superfície seca sem revestimento no tambor
Ações Corretivas
- Aumentar a tensão de pré-esticamento; verificar o ângulo de abraçamento no tambor
- Revestir o tambor de acionamento (borracha, cerâmica ou lagging diamante)
- Melhorar a manutenção dos roletes; substituir roletes travados
- Instalar limpadores de correia para evitar acúmulo de material
- Corrigir o alinhamento dos roletes para perpendicular ao movimento (tolerância ≤ 2%)
Cortes Transversais nas Bordas
Cortes perpendiculares ao movimento nas bordas da correia
Causas Prováveis
- Bordas da correia em atrito com a estrutura metálica por desvio lateral
- Rolete final antes dos tambores terminais muito próximo e alto
- Estrutura torta ou com obstáculos nas bordas
- Correia sofrendo desvio lateral crônico sem correção
- Saias do chute pressionando as bordas da correia
Ações Corretivas
- Corrigir as causas do desvio lateral: alinhar roletes, nivelar estrutura
- Afastar e ajustar os roletes de transição dos tambores terminais
- Inspecionar e eliminar qualquer obstáculo na área das bordas da correia
- Instalar sensores de alinhamento e alarmes para desvio lateral
- Ajustar as saias do chute para não pressionar as bordas
Desgaste por Rolos Travados
Desgaste plano e localizado na face inferior pelo contato com rolos sem rotação
Causas Prováveis
- Rolamentos dos rolos desgastados ou sem lubrificação, causando travamento
- Acúmulo de material abrasivo nos mancais e vedações dos rolos
- Rolos corroídos por falta de proteção ou por material corrosivo
- Sobrecarga nos roletes por espaçamento excessivo entre eles
- Falta de programa de manutenção preventiva dos roletes
Ações Corretivas
- Implementar inspeção periódica (auditiva e visual) de todos os roletes
- Substituir imediatamente rolos travados para evitar danos à cobertura
- Usar rolos com vedação melhorada (IP66 ou IP69K) em ambientes úmidos ou com poeira
- Instalar raspadores de rolos para evitar acúmulo de material nos mancais
- Estabelecer programa de lubrificação e substituição preventiva de roletes
Contribuição Técnica
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⭐ Avaliação do App
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Peso aproximado de uma bobina de correia de lona têxtil (EP/NN) a partir das dimensões e comprimento.
Peso pela soma do peso da carcaça (por classe ST) + peso das coberturas. Mais preciso que uma densidade fixa, especialmente nas classes pesadas.
Opcional — não é necessário preencher pra calcular o peso acima. Ao calcular o peso da bobina (lona ou cabo de aço), este campo é preenchido sozinho e já mostra as opções de cinta, estropo e manilha que suportam essa carga. Também dá pra digitar qualquer peso manualmente, pra consulta avulsa.
⚙️ Número de Lonas da Carcaça
Calcula o número mínimo de lonas necessário para a carcaça da correia com base na tensão máxima e nas propriedades da lona.
⚙️ Número de Cabos de Aço da Carcaça
Calcula o número mínimo de cabos de aço para a carcaça da correia ST a partir das tensões de ruptura.
⚙️ %Tad — Correia de Lona Têxtil
Calcula o percentual da tensão admissível para correia com carcaça de lonas têxteis (EP/NN).
⚙️ %Tad — Correia de Cabo de Aço
Calcula o percentual da tensão admissível para correia com carcaça de cabos de aço (ST), usando coeficiente de segurança CEMA de 6,67.
⚙️ Tensão Máxima T1 no Tambor de Acionamento
Calcula a tensão máxima T1 a partir da tensão efetiva e da tensão de retorno. T1 é a tensão determinante para especificar a correia.
⚙️ Tensão de Retorno T2 (Anti-deslizamento)
Calcula a tensão mínima T2 no retorno para evitar deslizamento da correia no tambor de acionamento.
⚡ Substituição de Correia em Emergência
Verifica se a correia disponível no almoxarifado pode substituir a em operação, com base na resistência total da carcaça e no %Tad real conforme DIN 22101.
Correia em Operação
Correia Substituta
Dados de Operação — para análise %Tad (DIN 22101)
Dados da Instalação — para diâmetro de tambor e distância de transição
Diâmetro Mínimo de Tambor e Distância de Transição (por %Tad — DIN 22101)
🛡️ Painel de Administração
Contribuições técnicas e avaliações enviadas pelos usuários. Visualize e baixe fotos, vídeos e dados para seu material de estudo.
🧵 Resistência da Emenda Têxtil
Calcula a área de colagem, a resistência estrutural e o fator de segurança da emenda em correias de lona têxtil (EP/PN), com base no método de área de colagem.
🧵 Perda de Resistência pela Emenda (DIN 22101)
Calcula a perda de resistência da correia em função da emenda e o %Tad máximo recomendado pela norma DIN 22101.
Emenda a Frio
Dimensionamento da emenda a frio com base na largura da correia, número de lonas e passo, verificando o passo mínimo e o comprimento mínimo exigidos pela classe da carcaça.
Terminologia Basica da Emenda
Ref.: DIN 22102
Dados da Correia
Classe da Carcaça e Acabamento
🧪 Adesivo Mínimo Requerido (DIN 22110-3)
Determina a força de adesão mínima que o adesivo precisa entregar para viabilizar a emenda a frio, a partir da tensão de ruptura da correia e da área da emenda. Compare o resultado com a ficha técnica do produto.
Dados da Correia e da Emenda
Critério e Adesivo
Emenda a Quente
Dimensionamento da emenda vulcanizada (a quente): viés pelo ângulo da prensa, comprimento do passo pelo tipo de carcaça, comprimento total da emenda e o tempo de vulcanização pela espessura.
Vulcanização — Tempo pela Espessura
🔵 Pressão
Converta entre kgf/cm², bar, psi, MPa e kPa. Útil para prensas de vulcanização e fichas técnicas.
📏 Comprimento
Converta entre milímetro, centímetro, metro, polegada e pé.
📐 Polegada Fracionada
Converta medidas em polegada fracionada (ex.: 3/4", 3/8", 15/16", 1 1/8") para milímetro, centímetro ou metro. Digite a fração no campo abaixo ou escolha na lista.
🌡️ Temperatura
Converta entre Celsius, Fahrenheit e Kelvin. Fórmula técnica padrão de conversão de temperatura.
⚖️ Peso / Massa
Converta entre grama, quilograma, tonelada e libra.
💪 Força
Converta entre kgf, newton (N), kilonewton (kN) e libra-força (lbf).